UZU
A UZU em destaque no Público: Vender a casa, ficar nela e ter uma reforma maior? É possível
Subscreva a Newsletter

A UZU em destaque no Público: Vender a casa, ficar nela e ter uma reforma maior? É possível

Numa reportagem sobre a venda da nua-propriedade, o jornal destacou o método da UZU para calcular um valor justo e trazer transparência a um mercado em crescimento

Por Roberta Lucena

29 Set 2026

A UZU esteve em destaque no jornal Público, numa reportagem da jornalista Rosa Soares publicada a 27 de setembro de 2026. O tema foi como a venda da nua-propriedade está a ajudar famílias portuguesas a viver a reforma com mais tranquilidade, sem sair de casa.

A solução ganhou novo protagonismo ao integrar as propostas do grupo de trabalho para a reforma da Segurança Social, liderado por Jorge Bravo. A reportagem mostra que é possível vender a nua-propriedade, continuar a viver na mesma casa e reforçar o rendimento. E mostra que o segredo está em fazê-lo com rigor. É precisamente aí que a UZU faz a diferença.

A UZU em destaque no Público: Vender a casa, ficar nela e ter uma reforma maior? É possível

Um método que protege quem vende e quem compra

Miguel Regel, CBO da UZU, explicou ao Público que o mercado português ainda não está estruturado, ao contrário do que acontece em França. “A UZU nasceu para mudar isso. Estamos a trazer para Portugal a estrutura que já existe noutros países e pôr fim a propostas com descontos exorbitantes demais, feitas a quem está em aperto financeiro.”

A reportagem destaca os três pilares desse método:


Rigor - Um modelo de cálculo próprio, com 367 fórmulas e 27 variáveis, que coloca os mesmos números à frente de quem vende e de quem compra.

Valor justo - Descontos médios entre 30% e 35%, que raramente ultrapassam 40% a 45%. 

Independência - O valor de mercado do imóvel é definido por avaliadores registados e cada etapa do processo é feita com acompanhamento, transparência e segurança jurídica.

Os especialistas confirmam o caminho

A advogada ouvida pelo Público sublinha que a venda da nua-propriedade tem um enquadramento jurídico sólido e transfere o risco da longevidade para quem compra. Recomenda ainda que o valor seja calculado a partir do preço de mercado, e não do valor patrimonial tributário, e que o título do usufruto defina com clareza quem paga cada despesa.

São exatamente os princípios que orientam o trabalho da UZU desde o primeiro dia. Porque uma decisão tão importante merece números claros, aconselhamento independente e o envolvimento da família.

Leia a reportagem completa no Público. E, se está a pensar nesta solução para si ou para alguém da sua família, peça uma simulação gratuita e sem compromisso e descubra quanto vale a sua nua-propriedade.

Subscreva a nossa Newsletter