No artigo recente para o Dinheiro Vivo, Joana Resende, CEO do Grupo Century 21 Arquitectos e nossa parceira, desmistificou o debate sobre a "bolha imobiliária" em Portugal. Ela argumenta que o desafio atual não é uma repetição da crise de 2008, mas uma "doença estrutural diferente": oferta insuficiente (licenciamento lento, custos elevados) versus procura globalizada, com preços a subir +17% e transações a crescer +15% no último trimestre.
Ainda segundo a Joana, o mercado precisa voltar o olhar para soluções inovadoras que promovam equilíbrio sustentável e atuam na "temporalidade do stock", sem depender exclusivamente de nova construção.
“Um exemplo de inovação que tenho acompanhado e que me cria uma clara esperança, embora atue noutra variável do problema (a temporalidade do stock), é o modelo que permite a venda da nua-propriedade mantendo o usufruto vitalício. Não cria oferta, mas desbloqueia património imobilizado e torna previsível a futura entrada desse stock no mercado. Ao reduzir a incerteza na transmissão, diminui o risco de correções desordenadas e cria horizonte para capital de longo prazo, sem despesa pública”.
Essa visão reforça como a UZU, em colaboração com a Century 21 Arquitectos, tem trabalhado para transformar património inativo em novas oportunidades de liquidez e estabilidade para os seniores. O nosso modelo de usufruto estruturado pode ajudar a equilibrar o mercado e, ao mesmo tempo, melhorar a qualidade de vida das famílias.
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