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Habitação leva 15 mil famílias a pedir ajuda à DECO; 27% são reformados
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Habitação leva 15 mil famílias a pedir ajuda à DECO; 27% são reformados

Saiba como é possível gerar liquidez com segurança jurídica, mantendo o direito de viver na própria casa

Por Roberta Lucena

28 Jul 2025

Conseguir manter as contas em dia tem sido um verdadeiro desafio para um número cada vez maior de portugueses, principalmente os reformados. Segundo dados da PORDATA, em 2025 o valor mais baixo de pensões de velhice e invalidez pago pela Segurança Social é de 331,80 euros por mês. O montante representa um aumento de apenas 3,8% em relação ao ano anterior.

Com pensões baixas, a subida do custo de vida e o acesso à habitação cada vez mais limitado, muitos seniores em Portugal vivem com dificuldades para manter a própria casa. E isto acontece mesmo depois de uma vida inteira de trabalho.

Em entrevista recente à CNN Portugal, a coordenadora do gabinete de proteção financeira da DECO, Natália Nunes, destacou que só entre janeiro e junho de 2025, mais de 15 mil famílias procuraram ajuda por estarem sobre-endividadas — número que já ultrapassa os registos do primeiro semestre de 2024. Entre os mais afetados estão os reformados que representam 27% de todos os pedidos de apoio recebidos.

“Os reformados têm o problema da alimentação, que subiu muito, têm ainda a questão da saúde e o peso que os medicamentos têm no seu orçamento familiar. São famílias bastante penalizadas, porque se estamos a olhar para aquilo que são os rendimentos médios dos reformados em Portugal, vemos que a maior parte nem sequer atinge o valor do salário mínimo nacional.”

Habitação leva 15 mil famílias a pedir ajuda à DECO; 27% são reformados

Habitação representa hoje um dos maiores encargos

A fatura com as despesas relativas à casa e à alimentação é, de acordo com a DECO, o que mais pressiona o orçamento familiar. A realidade descrita pela Associação é preocupante: muitos destes seniores vivem sozinhos, em imóveis próprios, mas com poucos recursos para cobrir despesas essenciais.

“Durante anos, as dificuldades estavam mais ligadas ao desemprego ou à doença. Hoje, temos famílias a trabalhar a tempo inteiro, e reformados com casa própria, que mesmo assim não conseguem honrar os compromissos mensais, muito por causa do aumento do custo da habitação.”

Segundo a associação, em 2024, cerca de 20 idosos por dia recorreram à DECO em busca de apoio para reorganizar as finanças. A falta de oferta no mercado de arrendamento, os preços elevados e a escassez de alternativas acessíveis tornam a situação ainda mais crítica.

UZU propõe alternativa para transformar imóveis em segurança financeira

Diante deste cenário, as soluções imobiliárias da UZU propõem um novo olhar sobre o património imobiliário dos seniores. Este modelo de usufruto estruturado é uma alternativa viável e segura para reformados que enfrentam dificuldades financeiras.

Na prática, o proprietário vende o imóvel, mas mantém o direito de viver nele até ao fim da vida. Isto permite transformar o património em capital disponível sem a necessidade de sair da casa. O valor da venda pode ser utilizado para cobrir despesas de saúde, medicamentos ou até mesmo melhorar a qualidade de vida .

A proposta da UZU combina segurança jurídica, acompanhamento personalizado e uma rede de investidores dispostos a adquirir imóveis com este perfil. Em vez de recorrer a arrendamentos precários, linhas de crédito ou vendas forçadas, o usufruto permite que os idosos preservem o direito à habitação ao mesmo tempo que organizam a sua vida financeira.

Quer ter mais estabilidade nesta fase da vida? Saiba mais sobre estas soluções que respeitam a história do proprietário e proporcionam liquidez imediata.

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