Segundo o Instituto Nacional de Estatística (INE), os preços da habitação em Portugal subiram 17,6% em 2025. O maior aumento desde que esta série estatística existe, ou seja, desde 2009. Para quem tem uma casa, e sobretudo para quem a tem há muitos anos, isto significa que o seu imóvel nunca valeu tanto quanto vale hoje.
No ano passado, foram transacionadas 169.812 habitações em Portugal, o valor mais alto da série, num total que ultrapassou os 41 mil milhões de euros. O valor médio de cada casa vendida foi de aproximadamente 242 mil euros, um novo recorde. Na Grande Lisboa, a média já ultrapassa os 390 mil euros. No que respeita à avaliação bancária, o INE confirmou em março de 2026 que o valor mediano subiu para 2.122 euros por metro quadrado em fevereiro. O 27º mês consecutivo de valorização, outro máximo histórico.
Valorização do mercado imobiliário no país atinge máximos históricos
Para quem acompanha o mercado, estes números não são surpresa. A procura tem superado sistematicamente a oferta, os apoios ao crédito jovem alimentaram ainda mais a competição por imóveis disponíveis, e o ritmo de construção nova continua muito abaixo do necessário. O resultado é casas cada vez mais caras e sem sinais consistentes de inversão da tendência no curto prazo.
E quando olhamos para a evolução acumulada o cenário fica ainda mais evidente. Entre o segundo trimestre de 2024 e o quarto trimestre de 2025, os preços das casas em Portugal subiram cerca de 27%. Sete trimestres consecutivos de valorização, sem uma única pausa. Pela primeira vez, o valor médio de cada imóvel transacionado no país ultrapassou os 250 mil euros.
Usufruto vitalício: como transformar o valor do imóvel em liquidez
Há em Portugal muitos proprietários, boa parte reformados, que vivem em casas que valem hoje três, quatro ou cinco vezes mais do que quando as compraram. Têm um património imobiliário expressivo, mas pouca liquidez para fazer face ao custo crescente de vida ou para ter mais conforto e independência.
O usufruto vitalício permite a um proprietário vender o seu imóvel a um investidor, mantendo o direito de nele residir até ao fim da vida, sem pagar qualquer renda. A transferência de propriedade acontece, o investidor faz o pagamento ajustado ao modelo do usufruto, e a vida quotidiana do proprietário permanece igual: a mesma casa, a mesma porta, o mesmo bairro.
De acordo com o CEO da UZU, Ellos Campos, na prática, permite transformar património imobiliário em liquidez, sem abdicar do lugar onde se vive. Não é uma solução nova no direito. “O que é novo é o contexto em que ela ganha sentido: um mercado em que os imóveis atingiram valorizações históricas, tornando este modelo particularmente vantajoso, tanto para quem vende como para quem investe. Nunca houve um momento tão favorável para transformar o valor de um imóvel em qualidade de vida”.
O papel da UZU no mercado de usufruto em Portugal
Como reforça o CEO, a UZU não atua como uma imobiliária. O papel da empresa passa por estruturar o mercado de usufruto e fornecer todo o suporte jurídico e humano que operações deste tipo envolvem.
“Trabalhamos em parceria com imobiliárias que asseguram a componente comercial. São estes parceiros que acompanham os clientes, apresentam os imóveis e conduzem o processo de venda. O objetivo não é apenas fazer o negócio. É garantir que quem toma uma decisão desta natureza o faz com informação completa, sem pressão e com total clareza sobre o que está a assinar. Que compreende o que é a nua-propriedade, o que é o usufruto vitalício, quais são os seus direitos A transparência é um dos nossos princípios”.
Numa altura em que o mercado imobiliário está nos níveis mais altos de sempre, há uma janela de oportunidade real para quem tem um imóvel e quer transformar esse valor em qualidade de vida, sem abrir mão do lugar onde escolheu viver.
Se quer perceber quanto poderá valer o seu imóvel num processo de usufruto, ou simplesmente compreender melhor como este modelo funciona, fale com a UZU. Sem compromisso.